O balanço do evento é considerado bastante positivo, tanto por participantes como por visitantes, que destacaram a qualidade e diversidade da oferta disponível. Muitos dos presentes manifestaram a intenção de regressar no próximo ano, altura em que a iniciativa irá assinalar as suas bodas de prata.
De acordo com a organização, a feira voltou a afirmar o crescente destaque da região no panorama da doçaria conventual. A realização do evento contribuiu também para uma elevada taxa de ocupação nas unidades hoteleiras da cidade, impulsionada pela afluência de visitantes, sobretudo nacionais, mas também provenientes do país vizinho, Espanha.
Promovida pela Câmara Municipal de Portalegre, a Feira de Doçaria Conventual mantém o estatuto de “Feira Qualificada”, sendo considerada uma das pioneiras a nível nacional neste tipo de eventos. A organização adiantou ainda que a edição de 2027 deverá regressar ao Mosteiro de São Bernardo.
O programa incluiu diversas iniciativas paralelas, entre as quais um workshop realizado no Dia da Mãe, que promoveu a interação entre mães e filhos, desafiando os mais novos a confecionar um pedaço de boleima para oferecer. Destaque também para um workshop de queijadas de requeijão, orientado por Marco Vintém.
A feira integrou ainda momentos de avaliação e valorização da doçaria tradicional, contando com um júri composto por representantes da Confraria Gastronómica do Norte Alentejano, da Associação Qualifica/ORIGIN Portugal, da Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e da empresa Natur-al-Carnes.
Conhecida em tempos como a “cidade dos sete conventos”, devido à sua forte tradição religiosa, Portalegre preserva um vasto património de receitas de doçaria conventual, muitas delas de origem antiga e guardadas pelas doceiras locais.
Mais de três mil pessoas visitaram a 24.ª edição da Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre, que decorreu este fim de semana nos claustros do Mosteiro de São Bernardo.
O balanço do evento é considerado bastante positivo, tanto por participantes como por visitantes, que destacaram a qualidade e diversidade da oferta disponível. Muitos dos presentes manifestaram a intenção de regressar no próximo ano, altura em que a iniciativa irá assinalar as suas bodas de prata.
De acordo com a organização, a feira voltou a afirmar o crescente destaque da região no panorama da doçaria conventual. A realização do evento contribuiu também para uma elevada taxa de ocupação nas unidades hoteleiras da cidade, impulsionada pela afluência de visitantes, sobretudo nacionais, mas também provenientes do país vizinho, Espanha.
Promovida pela Câmara Municipal de Portalegre, a Feira de Doçaria Conventual mantém o estatuto de “Feira Qualificada”, sendo considerada uma das pioneiras a nível nacional neste tipo de eventos. A organização adiantou ainda que a edição de 2027 deverá regressar ao Mosteiro de São Bernardo.
O programa incluiu diversas iniciativas paralelas, entre as quais um workshop realizado no Dia da Mãe, que promoveu a interação entre mães e filhos, desafiando os mais novos a confecionar um pedaço de boleima para oferecer. Destaque também para um workshop de queijadas de requeijão, orientado por Marco Vintém.
A feira integrou ainda momentos de avaliação e valorização da doçaria tradicional, contando com um júri composto por representantes da Confraria Gastronómica do Norte Alentejano, da Associação Qualifica/ORIGIN Portugal, da Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e da empresa Natur-al-Carnes.
Conhecida em tempos como a “cidade dos sete conventos”, devido à sua forte tradição religiosa, Portalegre preserva um vasto património de receitas de doçaria conventual, muitas delas de origem antiga e guardadas pelas doceiras locais.
Autor: André Lucrécio











